Conflitos internos da poesia da fênix...



Já quis ser especial,
E com medo de ser
Tornei-me só mais um clichê,
Fui normal, fui banal...
E agora pelo medo de esquecer
Quem sou,
Vivo fantasiando máscaras
Por medo de viver...
Vi no silêncio de uma morena
A pena de não saber amar.
Veio uma vontade insana
De essa morena namorar...
A sintonia da flor mais bela,
É como a Regueira
Em noite de verão.
Sintonize nossa energia
Sintonize nossa estação...
Pois juntos tocaremos
A carruagem de Apollo.
Deitaremos nos braços de Morfeu,
E Ártemis iluminará nosso caminho.
Não estamos mais sozinhos,
E toda incerteza
Torna-se certeza
Com o brilho do seu olhar
E toda poesia transmuta
Na fantasia de amar
Saber amar,
É saber ser amado
E saber dar amor.
Sem egoísmo,
Com altruísmo.
E todo medo infantil
O vento leva embora,
Talvez seja minha hora
De poetizar para renascer.
E como o mito da fênix
Desfaço-me em cinzas,
Esperando o amor refazer...

0 comentários:

Postar um comentário