Ariel e Caliban.


O Deus sol já dormiu,

A mãe Lua no centro

Marcando o tempo,

Vacilante, Conflitante.

O tempo passa,

Ainda é noite.

Eu durmo.

E acordo procurando luz,

Ainda é noite.

O tempo anda,

Minha mente insana,

Contempla a insanidade

Fantasiada de anjo.

Com suas duas faces.

Uma atroz e rancorosa.

Outra doce e carinhosa.

E o tempo passa,

E Ariel ainda se encontra

Perdida na minha mente,

E qualquer mentira

Eu disfarço com sorrisos.

E toda raiva

Escondo do mundo.

Fico poetizando

Sobre Caliban,

Sobre aquilo

Que ainda é presente.

Sou ausência

Em forma humana.

Sou amor

Em forma de poesia.

1 comentários:

Luciana Brites disse...

Adorei..daqui a pouco esse blog se chamar´" Memórias de um bardo boêmio..!"rsrsrs

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